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quinta-feira, março 03, 2022

Soldados russos capturados afirmam que “não sabem o que estão fazendo” na invasão


 

Em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (3), o encarregado de negócios da embaixada da Ucrânia, Anatoliy Tkach, afirmou que as tropas russas se mostraram confusas quanto ao objetivo de Moscou com a ação militar no território vizinho, e que “todos eles dizem a mesma coisa, eles não sabem o que estão fazendo na Ucrânia”.

O representante ucraniano no Brasil afirmou que o país consolidou depoimentos dos soldados russos que foram capturados durante a invasão ao país do Leste Europeu.

Segundo Anatoliy, foram encontrados relatórios preocupantes que apontam que os russos deslocaram um sistema de mísseis para cidades fronteiriças, supostamente direcionadas para o seu próprio território com o objetivo de uma acusação falsa contra a Ucrânia.

Durante a entrevista coletiva, o diplomata afirmou que os ocupantes russos estão desmoralizados e se entregando para pedir comida, atribuindo isso ao heroísmo dos defensores, dos militares e também dos civis que estão armados e ajudando a prender os soldados inimigos.

O encarregado de negócios disse que já estão aplicadas novas sanções contra a Rússia, pois, segundo ele, “a Rússia virou tóxica” e os russos se tornaram “sinônimo de barbaridade”.

Nesta frente, ele relembrou a votação da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que ocorreu nesta quarta-feira (2), condenando os atos de agressão da Rússia à Ucrânia.

Tkach comentou ainda que a situação humanitária no país é precária devido aos bombardeios em massa nas cidades e em bairros residenciais. Em tom de agradecimento, ele citou a suspensão dos serviços de manutenção e venda de defesas para a Rússia por parte da Embraer, e também o envio de ajuda pelo governo brasileiro através de um avião da Força Aérea Brasileira (FAB).

“É uma boa notícia que o governo do Brasil decidiu mandar no dia 7 de março uma carga de ajuda humanitária de 11 mil toneladas. Agradecemos muito por essa decisão”, comentou.

Além disso, Tkach analisou os dados da ONU, que já somam mais de um milhão de refugiados ucranianos e milhares de deslocados internos dentro do país. Apesar disso, o representante falou que, até agora, “não é grande” o volume de ucranianos que têm interesse em vir para o Brasil.CNN

Com alta do petróleo, governo está menos resistente à ampliação de vale-gás


 

As resistências do Ministério da Economia quanto à ampliação do vale-gás, que consta em um dos projetos sobre o preço dos combustíveis, diminuiu nos últimos dias, segundo fontes da equipe econômica. As propostas devem ser analisadas pelo Senado Federal, na próxima terça-feira (8).

Diante do aumento no valor do barril de petróleo, o titular da pasta, Paulo Guedes, tem sido pressionado para aceitar que a quantidade de brasileiros beneficiados pelo auxílio praticamente dobre. Neste momento, a análise dos servidores mais ligados ao ministro é de que ele está menos resistente à hipótese.

Para Guedes, essa opção seria melhor do que alterar o preço final do combustível, pois poderia ser visto pelo mercado como uma interferência do Estado na Economia. A informação chegou às lideranças governistas, que tentam apontar de qual fonte orçamentária sairiam os recursos para arcar com a medida.

O relator do projeto, Jean Paul Prates (PT-RN), ainda não foi procurado pelo governo para alterar o parecer. Há a expectativa de contato nos próximos dias, para evitar que a proposta chegue ao plenário com grandes chances de ser alterada sem avaliação prévia da Economia.

A votação dos projetos que tratam do preço dos combustíveis foi adiada por falta de acordo entre senadores. Entre os principais motivos, estavam o impacto fiscal do auxílio-gás, que custaria R$ 1,9 bilhão por ano, e a eventual queda de arrecadação dos estados e municípios.

Após reforçar que o projeto seria analisado na semana que vem, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), se reuniu com Prates nesta quinta-feira (3). Interlocutores de Pacheco afirmam que a preocupação com os governadores continua. O texto altera os cálculos do ICMS e prevê uma alíquota única entre os estados. CNN

Novo diretor sinaliza mudanças na Polícia Federal


 

O novo diretor-geral da Polícia Federal, Márcio Nunes, sinalizou que fará alterações em postos de diretoria da corporação federal.

Segundo relatos feitos à CNN por interlocutores do novo chefe da Polícia Federal, a diretoria de investigação e combate ao crime organizado, por exemplo, deve ser a primeira a mudar de comando.

Em conversas reservadas, assessores do Ministério da Justiça afirmam que a saída do posto de Luís Flávio Zampronha não deve ser a única alteração feita pelo novo diretor-geral da Polícia Federal.

A expectativa é de que Nunes se reúna na próxima segunda-feira (7) com os superintendestes da Polícia Federal para se apresentar à corporação policial. A troca de comando da Polícia Federal, oficializada na sexta-feira (25), pegou de surpresa a cúpula da corporação, incluindo o ex-diretor-geral Paulo Maiurino.

Conforme relatos feitos à CNN por fontes da Polícia Federal, o então comandante da corporação foi informado de sua saída poucas horas antes da publicação da mudança no “Diário Oficial da União”.

O ministro da Justiça, Anderson Torres, não havia dado nos últimos dias indicação para a cúpula da Polícia Federal de que haveria mudança no posto do delegado-geral, o que costuma ser feito em situações de trocas.

Nunes atuava como superintendente regional da Polícia Federal no Distrito Federal. Ele ocupava o cargo desde maio de 2018, é formado em Direito, tem pós-graduação em Direito Penal e Processual Penal. Ele é irmão do coronel Marcos Antônio Nunes de Oliveira, ex-comandante da Polícia Militar do Distrito Federal. CNN



MDB anuncia que não fará federação partidária para eleições de 2022


 

O presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, afirmou, nesta quinta-feira (3), que o partido não fará federação partidária com outras legendas. A estratégia vem sendo adotada por alguns partidos para consolidar nomes mais fortes para as eleições deste ano.

“Na condição de presidente nacional do MDB, comuniquei aos diretórios estaduais, senadores e deputados que o nosso partido não fará nenhuma federação para as eleições de 2022”, afirmou Baleia Rossi pelas redes sociais.

Baleia Rossi, no entanto, pondera que o MDB continuará a manter “as conversas com os partidos do centro democrático para a construção de uma candidatura única à Presidência da República”.

O MDB, de acordo com o presidente da legenda, “seguirá na defesa da capacidade e viabilidade do nome da senadora Simone Tebet”, pré-candidata à presidência em 2022.

Por fim, Baleia Rossi afirma que “segue aberto o diálogo […] com os presidentes do União Brasil, Luciano Bivar, e do PSDB, Bruno Araújo, como também com todos que queiram construir uma alternativa à polarização”.CNN

Supremo decide, por nove votos a dois, manter fundo eleitoral de R$ 4,9 bilhões


 

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (3), por nove votos a dois, manter em R$ 4,9 bilhões o chamado fundo eleitoral — verba que será utilizada pelos partidos políticos para financiar campanhas nas eleições deste ano.

A ação analisada pelo Supremo foi proposta pelo partido Novo e questiona o aumento do fundo, de R$ 2,1 bilhões para R$ 4,9 bilhões, aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro.

O Novo pede que o STF determine que o fundo volte a ter o orçamento inicial proposto pelo governo, de R$ 2,1 bilhões.

O julgamento teve início no dia 23 de fevereiro e foi suspenso na semana passada. Na retomada da análise, a maioria dos ministros divergiu do relator, André Mendonça, que votou por suspender o aumento.

 

Voto do relator

O ministro André Mendonça é o relator da ação e votou pela suspensão do aumento do fundo eleitoral.

Mendonça disse que não houve ilegalidade no aumento do fundo, já que, segundo ele, “a emenda parlamentar não afrontou a reserva de iniciativa legal da União”. Ou seja, o ministro reconhece que o Congresso tem direito de estabelecer o valor do fundo.

No entanto, o relator apresentou outros argumentos para defender a suspensão da decisão do Congresso.

Ele afirmou que o novo valor do fundão desrespeitou a Constituição, por falta de comprovação de necessidade e ausência de proporcionalidade.

Apontou ainda que a mudança desrespeitou a regra da anualidade eleitoral, que determina que mudanças que afetem as eleições devem ser aprovadas com prazo mínimo de um ano antes do pleito.

A aprovação do Orçamento de 2022 pelo Congresso, prevendo os R$ 4,9 bilhões para o fundo eleitoral, ocorreu em dezembro de 2021, menos de um ano antes das eleições deste ano, marcadas para outubro.

Por isso, defendeu ser o caso de suspender o aumento e adotar o valor de 2020 (R$ 2 bilhões), atualizado pela inflação.

 

Votos dos ministros

 

Nunes Marques

Divergiu do relator e votou por manter o aumento do fundo eleitoral. O ministro rejeitou todas as alegações do Partido Novo. Em seguida, disse que houve apenas uma mudança de cálculo e não a criação de uma despesa. Já sobre o valor do fundo, Nunes Marques afirmou que não cabe ao STF intervir no Legislativo.

 

“Muito embora enfrentemos um momento ímpar na história, com uma crise sanitária e econômica sem precedentes, não se pode perder de horizonte os signos que caracterizam nosso Estado Democrático de Direito, do qual a separação harmônica dos poderes é cláusula inafastável”, disse Marques.

 

Alexandre de Moraes

Divergiu do relator. Moraes também negou as alegações do Novo e afirmou que o valor pode ser definido pelo Legislativo. “Podemos concordar ou não com os valores fixados, até porque é de difícil aferição. Eleições municipais têm um gasto, eleições majoritárias são as eleições mais caras”, disse Moraes.

 

Luiz Fux

Divergiu do relator. Fux entendeu que não cabe ao Supremo decidir sobre questões do Legislativo. “Ainda que se possa discordar do mérito, não se pode dizer que isso é inconstitucional. Isso serve para quem votou esse valor, não foi o Supremo, pagar esse preço”, disse Fux.

 

Edson Fachin

Divergiu do relator. O ministro considerou que os “os valores são desproporcionais”, mas que não cabe ao Supremo analisar o caso, que é de competência do Legislativo. “As escolhas feitas pelos representantes serão submetidas ao escrutínio da soberania popular”, disse Fachin.

 

Luís Roberto Barroso

Acompanhou em parte os argumentos do relator, considerando inconstitucional a mudança feita pelo Congresso na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que permitiu o aumento do orçamento do fundo. Entretanto, votou por manter o valor do fundo em R$ 4,9 bi para este ano. O ministro também concordou com o custo “caríssimo” das campanhas, mas disse considerar que o financiamento público tem um custo menor do que tinha o financiamento privado.

 

Rosa Weber

Acompanhou em parte os argumentos do relator, considerando inconstitucional a mudança no cálculo na LDO. Rosa Weber também afirmou que, apesar de considerar que o valor do fundo teve aumento exagerado, acima da inflação, a realização da democracia não é possível sem o aporte suficiente dos recursos públicos. “É uma forma de viabilizar a igualdade de chances”, argumentou.

 

Dias Toffoli

Divergiu do relator. Toffoli entendeu que não cabe ao Supremo interferir na questão, mas criticou o valor do fundo. “Investimentos públicos estão no menor patamar da história. Paralelamente, têm aumentado os recursos para financiamento de campanhas, destinados então a obras de infraestruturas”, afirmou.

 

Cármen Lúcia

Acompanhou em parte os argumentos do relator e considerou inconstitucional a mudança no cálculo na LDO. A ministra afirmou que o fundo eleitoral cumpre um papel de conferir igualdade aos candidatos nas eleições, mas ressalvou que deve “ser observada a segurança jurídica no ano eleitoral, mantendo o que foi decidido no Congresso”.

 

Ricardo Lewandowski

Acompanhou o relator. O ministro afirmou que a lei “afronta o princípio da anualidade eleitoral, vulnerando o princípio da proporcionalidade”, ou seja, só poderia ter sido aprovado até um ano antes do pleito. “Um aumento de 225% na dotação se comparado com os valores de 2020 revela-se claramente excessivo e totalmente injustificado”, afirmou.

 

Gilmar Mendes

Divergiu do relator. Mendes rejeitou os argumentos apresentados pelo Novo e afirmou que não há inconstitucionalidade no acordo entre Congresso e Executivo sobre o valor do fundo. Segundo o ministro, hoje há uma necessidade de financiamento público.

 

Fonte: G1

Homem mata ex-mulher durante visita aos filhos e depois se mata na Zona Norte de Natal


 

Um homem matou a ex-mulher a tiros no fim da tarde desta quinta-feira (3) no Parque dos Coqueiros, na Zona Norte de Natal e, após o homicídio, ele tirou a própria vida.

As informações foram confirmadas ao PORTAL DA 98 FM pela Polícia Militar, que ainda está no local aguardando a chegada de peritos da Polícia Civil e do Itep.

A mulher foi identificada como Manuela Josino, de 32 anos, e o homem se chamava Maciel Ramalho e tinha 40 anos.

Segundo o 4º Batalhão da Polícia Militar, o crime aconteceu após o homem ir à casa da ex-sogra para visitar os filhos. A ex-mulher dele, de quem ele havia se separado havia cerca de um mês, estava no lugar e foi assassinada. Em seguida, o homem se matou.

No último dia 22 de fevereiro, outro caso parecido comoveu a Grande Natal. No fim da manhã daquele dia, Maurício Rocha de Farias Neto, de 39 anos, matou a ex-mulher Kalina de Azevedo Marques, de 43 anos, dentro de um apartamento na Avenida Maria Lacerda Montenegro, em Nova Parnamirim. O ex-marido não aceitava o fim do relacionamento. O homem cometeu suicídio após assassinar a ex-esposa.



Embriagado, motorista tenta fugir de abordagem policial e bate em viatura na Grande Natal

Um motorista tentou fugir de uma abordagem policial em Nísia Floresta nesta quarta-feira (2) e acabou batendo o carro na viatura da PM.

De acordo com o Comando do Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE), o motorista estava dirigindo em alta velocidade no loteamento Primavera, em Nísia Floresta. Os policiais então deram ordem de parada, mas ele desobedeceu. Ao tentar fugir da abordagem, o motorista acabou batendo na viatura.

Ele foi submetido ao teste de alcoolemia foi apontado valor de 0.33mg/l, que configura embriaguez.

O motorista tem 24 anos e não tem carteira de habilitação. Ele foi levado para a Delegacia de Nísia Floresta onde foi autuado por direção perigosa e alcoolemia ao volante. G1



 

Adolescentes queimam pedaços de colchões em princípio de rebelião em unidade socioeducativa de Mossoró


 

Adolescentes apreendidos em uma unidade socioeducativa queimaram pedaços de colchões e bateram grades em um princípio de rebelião que aconteceu na tarde de quarta-feira (2) em Mossoró, no Oeste potiguar. Apesar das chamas, ninguém ficou ferido.

Segundo a Fundação de Atendimento Socioeducativo do Rio Grande do Norte (Fundase), os agentes socioeducativos conseguiram apagar o fogo e seguiram os procedimentos de segurança, isolando os adolescentes que lideravam o movimento.

A Polícia Militar também foi acionada para prestar apoio na segurança da unidade e acompanhou a revista nos alojamentos.

Segundo o presidente da Fundase, Herculano Campos, entre os dias 16 e 18 de fevereiro, o Núcleo de Segurança Institucional da Fundase realizou mais um treinamento com os agentes socioeducativos do Case Mossoró. No mesmo período, a Gerência do Atendimento socioeducativo conversou também com os adolescentes, ouvindo as demandas deles.

De acordo com ele, foram discutidas entrada de TVs e ventiladores nos alojamentos, além de produtos de higiene pessoal, bem como a retomada de visitas.

"A gente está tentando entender como depois de tantas negociações, os adolescentes fizeram esse movimento. Esperamos esclarecer o mais rápido possível o que está acontecendo", afirmou Herculano Campos. G1


Carnaval 2022: PRF registra aumento de autuações por embriaguez ao volante nas rodovias do RN

A Polícia Rodoviária Federal registrou aumento de 150% no número de autuações por alcoolemia (embriaguez ao volante) nas rodovias do Rio Grande do Norte durante o carnaval 2022 em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Esse aumento, segundo a PRF, foi impulsionado pelo crescimento também na fiscalização dos veículos e pessoas em 20%.

Segundo a PRF, foram quase 4 mil testes de etilômetro em 6 dias de operação no RN - começou na sexta-feira e terminou na Quarta-feira de Cinzas. Isso representa 138% testes a mais feitos em relação ao carnaval de 2021 no estado.

A PRF informou também que cresceu o número de autuações em 24% de motocicletas irregulares e em 15% as atuações de ultrapassagens indevidas nas rodovias do RN.

Por outro lado, houve queda de 11% no número de acidentes graves nas rodovias do Rio Grande do Norte e diminuição de 50% no número de mortes nas BRs durante o carnaval de 2022.

Em âmbito nacional, 75 mil km de rodovias foram fiscalizadas, alcançando o maior número de pessoas fiscalizadas nos últimos 3 anos, mais de 300 mil pessoas.

No Brasil, foram realizados 78.992 testes e a cada 31 testes realizados, um condutor foi flagrado dirigindo sob efeito e álcool.

A PRF reforça que dirigir sob efeito do álcool, não usar cinto de segurança, deixar de transportar as crianças com os corretos dispositivos de segurança e as ultrapassagens indevidas, aumentam significativamente o risco de acidentes e aumentam também as chances de danos graves ou mortes, uma vez que todas as infrações estão diretamente ligadas à segurança viária. G1



Soldados russos capturados afirmam que “não sabem o que estão fazendo” na invasão

  Em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (3), o encarregado de negócios da embaixada da Ucrânia, Anatoliy Tkach, afirmou que as tropas r...