A taxa de desocupação do Rio Grande do Norte para o trimestre
de julho a setembro de 2021 ficou em 14,7%, de acordo com dados da Pesquisa
Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta
terça-feira (30) pelo IBGE. Foi registrada uma leve redução em relação ao
trimestre anterior (16,3%).
No comparativo com o mesmo trimestre de 2020 (17,8%), a taxa
de desocupação potiguar sofreu uma diminuição de 3,1 pontos percentuais.
A pesquisa aponta que o RN tem a terceira menor taxa de
desocupação do Nordeste, mas aparece com a oitava maior do país. Santa Catarina
(5,3%) e Mato Grosso (6,6%) são os estados em melhor situação no mercado de
trabalho do país. Pernambuco (19,3%) e Bahia (18,7%) têm os piores índices.
Segundo o IBGE, a força de trabalho potiguar é estimada em 1,5 milhão de pessoas, sendo 1,28 milhão de pessoas ocupadas e 221 mil desocupadas.
A PNAD Contínua considera como desocupada a pessoa que estava
sem trabalho e que tomou alguma providência para conseguir emprego, como:
entregar currículo, atender a entrevistas de emprego, inscrever-se em concurso,
entre outras atitudes. Essas pessoas estavam disponíveis para assumir o posto
de trabalho naquela semana caso o tivessem encontrado, porém não obtiveram
êxito.
O levantamento destaca ainda que, entre os potiguares
ocupados no 3º trimestre de 2021, 21,3% tinham como trabalho principal
atividades relacionadas ao comércio; 20,5% atuam na administração pública; e,
na sequência, aparecem atividades de informação e comunicação (10,1%),
indústria (9,9%) e agricultura (9,5%).
Houve também o registro do crescimento de cerca de 10 mil
vagas no setor de alojamento e alimentação, saindo de 84 mil ocupados no
trimestre anterior para 94 mil no 3º trimestre deste ano; e da redução de
pessoas ocupadas no serviço doméstico, que sofreu uma diminuição estimada de 18
mil trabalhadores ou trabalhadoras.
G1
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